Monthly Archives: January 2013

Um dia na minha vida

Normalmente me levanto às 7h ou um pouco antes. Gosto muito da manhã. É quieta e calma.

Depois de me levantar, faço café. Enquanto a cafeteira está fazendo o café, alimento minha cachorra. Em seguida, leio as notícias e tomo café. Às 8h eu e a cachorra saímos para jogar uma bola.

Às 9h é hora de trabalhar. Eu trabalho para uma organização secreta que quer conquistar Guam e usar ele como uma base para criar raças de gatos e cachorros que vivem por 60 anos pelo menos. É um trabalho duro, mas tenho tempo livre suficiente para fazer exercícios e comentários no LiveMocha também.

Paro o trabalho cerca de 18h, bebo umas cervejas e então começo a cozinhar um jantar maravilhoso. (Gosto muito de cozinhar quase tanto quanto gosto de conquistar ilhas.) Eu como às 20h30.

À noite, passo o tempo assistindo filmes, lendo, ou jogando PS3.

Vou para cama antes da meia-noite e sonho sobre viajar para as estrelas para ensinar português a extraterrestres.

Oh. Quase esqueci. Claro escovo os dentes antes de dormir.


A viagem à escola

Deixe-me dizer a vocês sobre minha viagem à escola. Moro no centro, mas a universidade fica no sul da cidade. É cerca de 30 km. Muito longe  que quer caminhar! Então viajo de tapete mágico.

Não sou rico, então não tenho um tapete mágico, mas há alguns públicos que qualquer cidadão em boa posição pode alugar. Normalmente é possível dividir o custo entre outros que estão viajando pela mesma rota (se não até o mesmo lugar). Dirigir um tapete mágico é bem fácil (são mágicos, certo?), simplesmente tem que usar as palavras mágicas. (Que são da língua antiga da Atlântida, claro.) Custa entre 10 e 20 moedas para alugar, dependendo do tamanho do tapete.

A viagem leva cerca de 40 minutos. Antigamente, a rota era bem segura. Os monges beges a patrulhavam, mas deixaram nosso mundo há dez anos para procurar o Elvis. Então, agora temos que ser cautelosos com os monges nus que jogam furões aos viajantes incautos. Que mundo!


Como chegar à minha casa

Para chegar à minha casa não é uma coisa fácil. As instruções que vou dar a você podem parecer simples, mas têm que ser seguidas precisamente. Então, deve começar no centro do Mercado Público com o pôr-do-sol. Se estiver nublado, não pode vir.

No momento o sol toca o horizonte, comece caminhar para o norte. Siga por duas quadras, mas pause a cada cinco passos e jogue sal sobre seu ombro esquerdo. Traga muito sal. Meu sal acabou ontem, então preciso do seu para cozinhar o jantar.

Depois de duas quadras, verá o Templo dos Quinhentos Ventos. Sopre quinhentos beijos ao templo e depois vire à direita. Dali, vá até o segundo semáforo. Ouça para o leste, o norte, o oeste, e finalmente para o sul. Não esqueça a ordem!

Vá para o leste até a Àrvore da Ninfa que tem apenas uma Lágrima (ela está a guardando para seu gato). Bata na árvore sete vezes, espere por 3 segundos, e então mais nove vezes. A ninfa vai abrir a porta.


Esta Rua

Então, você quer saber sobre a rua mais cheia, mais ocupada, maior, e mais bela na cidade onde moro? Bem, contarei. Embora deve ficar em silêncio, porque vou sussurrar das coisas que algumas pessoas não querem que você escute.

Esta rua, esta rua maravilhosa tem segredos. Nada é como parece. Aquele banco, na esquina e ao lado do restaurante, é propriedade dos gnomos das Colinas Vermelhas. Claro, os funcionários são humanos (pelo menos acho), mas quem sabe o que os gnomos fazem com o dinheiro que ganham?

E a padaria do outro lado da rua, em frente ao correio? É propriedade dos monges beges. Olhe, os uniformes das trabalhadoras (sim, todas são meninas, interessante, né?) são beges and têm o símbolo da ordem deles. Escutei que colocaram ervas estranhas nos pães e bolinhos para entorpecer os cidadãos.

E, a banca de jornais, o dono é humano, mas ele negocia em informações do submundo. Mas talvez você não goste do preço, humano, com sua alma tão bela.