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The Meeting in the Produce Section

(This story is part of a series. Go here to see a list of all the posts in this series.)

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I awoke with a yell and the bitter taste of bile in my mouth. I fumbled at the cup of water on the nightstand and knocked it over. With a sigh I rolled out of bed, tossed a towel on the spilled water and made my way to the bathroom. I rinsed my mouth with tap water and spit it into the toilet. It was reddish. I flushed.

I splashed water on my face, scrubbed and rinsed. I kept my eyes shut and the water running. I did not want to see if there was blood on my lips too. I blotted my face dry with a towel and tossed the towel halfway between the pile of dirty clothes and the trash. I would decide later whether to trash it or wash it, but I was leaning toward trashing.

I looked at myself in the mirror. I looked like hell. Continue reading


Esta Rua

Então, você quer saber sobre a rua mais cheia, mais ocupada, maior, e mais bela na cidade onde moro? Bem, contarei. Embora deve ficar em silêncio, porque vou sussurrar das coisas que algumas pessoas não querem que você escute.

Esta rua, esta rua maravilhosa tem segredos. Nada é como parece. Aquele banco, na esquina e ao lado do restaurante, é propriedade dos gnomos das Colinas Vermelhas. Claro, os funcionários são humanos (pelo menos acho), mas quem sabe o que os gnomos fazem com o dinheiro que ganham?

E a padaria do outro lado da rua, em frente ao correio? É propriedade dos monges beges. Olhe, os uniformes das trabalhadoras (sim, todas são meninas, interessante, né?) são beges and têm o símbolo da ordem deles. Escutei que colocaram ervas estranhas nos pães e bolinhos para entorpecer os cidadãos.

E, a banca de jornais, o dono é humano, mas ele negocia em informações do submundo. Mas talvez você não goste do preço, humano, com sua alma tão bela.


O Caçador

A manhã está fresca e radiante. Eu me agacho perto da janela e espreito sobe, procurando, ouvindo para minha presa. Felizmente, o sol está no outro lado do edificio: estou em sombra, eles não podem me vir. Quando eles me veêm, vai ser tarde demais!

Todas as manhãs eles vinham ao telhado acima desta janela. Hoje, vou pegar um. Oh, sim, vou!

Agora, foco completamente na borda do telhado, aonde vou pular quando eles se aproximam bastante. Meu estômago borbulha. Me endureço. Eles me ouviram? Parece que não.

Ouço os sons das asas deles. Estão aqui! Espero e ouço sua garras contra no telhado, se aproximando a borda. Quase, quase…

Cada músculo esta tenso. Agora! Pulo!

Ai! A rede estúpida que os humanos colocaram sobre a janela! Ululo e estiço minha pata com suas garras pela rede, mas é curto muito demais. Os pombos estão assustados e fugindo.

Porque, meus humanos? Por que vocês não querem que eu pego os pombos?


Misty Boston

Elena let herself collapse against the pillar. Its roughness felt strangely good against her back as she slid down it to sit on the cold, damp stone. The damp was mostly from the mist-like rain, but some of the liquid was blood she would wager.

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The Path Home

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The Missing Sun

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